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06/07/2004 12:33
Post de Despedida
Fala, galera!!!
Espero não causar uma decepção aos meu leitores, mas... cansei de suportar tanta falta de hospitalidade. O Blig não respeita aqueles que não pagam para ter um espaço na rede, portanto é com grande pesar que eu fecho as portas deste blog.
Isto mesmo. Estou encerrando as atividades!!! Não postarei mais nada aqui a partir de hoje!!!
Mas, não fiquem tristes!!! Já consegui um novo endereço e espero, a partir de hoje, visitas e comentários em http://superbody.zip.net. Ou vocês pensaram que eu os abandonaria assim, sem mais nem aquela? Nunca!!!
Já tenho um post publicado lá aguardando sua visita e seus comentários. Espero sua visita em minha nova casa.
enviada por Super Body
05/07/2004 10:51
Um Texto em Vez do Fim de Semana
Fala, galera!!!
Calipso Jam que sou, não costumo publicar textos de outras pessoas em meu blog. Porém, este texto que li logo de manhã me tocou fundo e é uma pena que eu não saiba de quem é a autoria do mesmo para dar-lhe os créditos merecidos. Substituo toda a futilidade sobre o meu fim de semana por algo mais útil para os meus leitores.
Beijos a todos. Espero que curtam.
Orgulho do que, meu Deus? (aka Quando um Comentarista Esportivo Usa Seu Microfone para Pregar a Intolerância)
Estava ligada, como normalmente faço depois de um jogo de futebol, na Jovem Pan AM para ouvir os comentários sobre a partida. Era sábado, um dia antes da Parada do Orgulho Gay, que prometia invadir a avenida Paulista. De repente, os comentaristas especializados (em futebol) desandam a falar sobre a parada.
Deixemos de lado o fato de um programa esportivo ter incluído em sua pauta, para fins de deboche, a parada gay e vamos direto aos fatos. As colocações que iam sendo feitas, como aquelas que todo o bom machão faria, eram as mais homofóbicas. Mas, no meio das piadas fáceis, as do tipo que qualquer criança de três anos conseguiria entender, eis que o repórter Luiz Carlos Quartarollo resolve soltar, no ar, uma pérola da discriminação. Fuzilou ele o seguinte:
- E eles dizem que é a parada do orgulho. Orgulho do que, meu Deus?
Para um homem branco e heterossexual que não possua nenhuma deficiência física, o conceito "discriminação" é quase estrangeiro. Então, entendo que a palavra "orgulho", quando usada para dar título a uma parada gay, precise ser explicada. O que não entendo é um comentarista esportivo usar o microfone e o poder midiático que lhe foi emprestado para pregar a intolerância.
Aprendi por experiência que os mais homofóbicos e machões são também aqueles mais inseguros com a própria sexualidade. É uma regra que raramente falha. Porque o sujeito bem resolvido sexualmente, para um lado ou para o outro, vê a vida de forma tolerante e percebe, por exemplo, que ser um homem feminino não fere seu lado masculino, ou vice-versa. O bem-resolvido, por observação, tem amigos gays, quando faz piadas sobre minorias está na presença das próprias minorias, tem coragem de ir a uma parada gay só para ver a festa. O bem-resolvido, antes de qualquer outra coisa, cuida da própria vida.
Seja como for, vou tentar explicar por que usamos a palavra "orgulho" nesse tipo de manifestação.
Orgulho por termos entendido que não somos doentes, por termos passado batido por piadas sobre nossa sexualidade feitas por gente que nem conhecíamos, por termos superado o temor de dizer a nossos pais quem realmente somos, por termos jogado bola ou brincado de boneca mesmo ouvindo deboche de professor, por termos aprendido a nos aceitar, a amar, a lutar por nossos direitos e a celebrar todo tipo de diferença, por termos tido coragem de sair do armário mesmo sabendo que muitos ainda nos acham imorais, por termos aprendido a não ligar tanto quando alguém no restaurante não pára de olhar simplesmente porque não somos "padrão", por termos quebrado dogmas e barreiras para nos fazer ver e respeitar, por termos coragem de mostrar amor em público, por termos peito para tomar a principal avenida da cidade mesmo sabendo que seremos ridicularizados publicamente em programas esportivos, por termos nos tornado quem deveríamos ser, por ousarmos ser quem somos.
Mas, principalmente, porque orgulho é o contrário da vergonha.
A verdade é que quem vê aquele bando de gente festejando e se abraçando pelas ruas não sabe que toda alma ali presente sofreu muito para poder ser quem é e viver plenamente. Não se trata, ainda que esta seja a análise mais simples, puramente de um carnaval, de uma exibição de músculos, plumas e paetês. Ser gay envolve muita dor, sua e das pessoas que você ama. A festa que promovemos, e à qual deu-se o nome de orgulho, pretende exatamente celebrar as pessoas que somos, com nossas fraquezas, conquistas e qualidades. Festejar simplesmente o direito de existir.
O tal Quartarollo perdeu uma boa chance de ajudar a diminuir o preconceito dentro de uma das classes mais preconceituosas do mundo. Perdeu também a chance de dar uma lição humanitária sobre o respeito às diferenças.
Sugiro ao repórter esportivo - que, segundo informações, é uma pessoa inteligente - que deixe por algumas horas o preconceito em casa e dê um pulo na Paulista no ano que vem. Ele verá desfilando ao lado de belíssimas e elegantérrimas drag queens gente dos mais variados fenótipos, de mulheres sofisticadas a outras mais masculinas, de machões a homens mais femininos, passando por famílias, velhinhos e velhinhas. É um desfile, mais do que qualquer outra coisa, da riqueza que existe na diversidade humana.
E quando quase dois milhões de pessoas se envolvem em uma mesma aglomeração sem que se registre um incidente sequer, então talvez essa galera tenha algo de bom a mostrar e a dizer. Àqueles, claro, que estiverem dispostos a enxergar além do estereótipo.
enviada por Super Body
02/07/2004 16:33
Mais um Pouco da Minha Semana
Fala, galera!!!
Estou de volta mais uma vez e bem melhor do que no post passado. Obrigado pelas mensagens de carinho, sejam na forma de comentários ou e-mail's ou telefonemas ou... Bom, tanta gente entrou em contato comigo depois daquele post que eu me senti o Calipso Jam Jam (duplamente especial, com cobertura de geléia e chocolate dos dois lados). Obrigado de coração e beijos com carinho a todos.
Depois do que aconteceu no lançamento do final de semana, na segunda fui treinar na unidade do bairro Brasil. Não estava com vontade de ver a Cláudia, pois ainda estava magoado com ela. Outro motivo é que fui ajudar a Andressa com as coreografias do Attack, visto que ela teria que dar aula na terça. A Andressa pediu para eu dar algumas músicas no final da aula de Pump de surpresa. Depois que a aula terminou, ela me disse que queria que eu desse as músicas à toa, porque ela sabe que eu gosto de dar aulas e não tenho nenhum horário de Pump. A gente treinou o Attack e depois disso ela me deu muitos conselhos, dizendo que eu deveria me impor mais, que as minhas aulas já são boas o suficiente para eu dar aula em qualquer academia, que eu já saí da fase de treinamento há muito tempo e o pessoal de lá não me valoriza. Eu disse a ela que estou planejando uma conversa muito séria com o Carlos. Na terça, teoricamente, eu teria que ir para o Centro ajudar a Cláudia no Attack, mas ela não me ligou e eu não me senti na obrigação de ir. Ela que se virasse se não tivesse decorado da música 09 para a frente, e olha que a 09 é meio chatinha e cheia de detalhes, difícil de decorar. Tinha pedido à Silvinha para ver o que ela faria no final da aula, mas quando a Silvinha chegou lá, a aula de Attack já tinha acabado. Acabei indo novamente para o bairro Brasil e dividi a aula com a Cláudia Márcia e a Andressa, elas tinham me pedido para ir.
Na quarta, fui para a unidade do Centro. Se tivesse que ouvir alguma coisa, que fosse naquele dia, mas a Cláudia não me falou nada, nem do dia do lançamento, nem do fato de eu não ter aparecido por lá nos outros dias. Me tratou normalmente e eu também a tratei bem.
Ontem à tarde, meu celular tocou. Eu estava até em reunião, mas quando vi que era a Cláudia, pedi licença, saí e atendi. Ela estava quase sem voz e me perguntou se eu poderia dar a aula de Attack inteira porque ela estava sem condições. Eu respondi que daria a aula, sim (lembrando o conselho que a Andressa me deu na segunda: "Não se ofereça mais para dar aulas, espere que ela te chame, mas não negue quando ela te chamar, assim eles vão saber reconhecer o seu valor"). Fui para o Centro e dei a aula toda, da melhor maneira que eu sei fazer. O pessoal gostou muito, eu sei fazer com que eles saiam da zona de conforto e peguem pesado no treino.
Hoje de manhã eu fui substituir a Vanessa no Pump. Não conhecia a turma, mas no final da aula muita gente veio falar comigo que adorou. É sempre bom quando chegam para a gente no final da aula e dizem isto, você sente o seu esforço ser recompensado.
Fora das atividades físicas, ontem foi dia de Quinta no Cinema, desta vez honrado pela companhia da minha amiga Helena. Finalmente fui ver Tróia. Gostei do filme, mas não amei, entendem? Valeu a pena. E só. Alias, falando em "valeu a pena", o que são os homens daquele filme? Sem comentários!!!
Minha amiga Helena, como não poderia deixar de ser, me presenteou com uma de suas tiradas (para não dizer gafes). Tinha ficado de pegá-la em casa e de ligar quando estivesse saindo para ela descer. Só que a ligação não completava, achei que ela estivesse falando ao celular. Chegando lá, interfonei, ela desceu e perguntou porque eu não tinha ligado. Expliquei que não completou. Ela ficou tentando descobrir se o celular estava fora ou não. No elevador do Shopping, o ascensorista nos disse que a operadora dela estava fora. Assistimos o filme e, quando saímos do cinema, ela testou o celular. A operadora tinha voltado. Ela resolveu ligar no 0800 para reclamar. Vocês precisavam ver ela conversar com a mensagem eletrônica. O atendimento entendia errado tudo o que ela dizia, transferia para o lugar errado, ela desligava e tentava de novo, sempre reclamando dessas "modernidades". Até que enfim ela conseguiu chegar onde queria. Deu todos os dados dela, nome, números, etc. e quando a mensagem disse "Estou transferindo para um de nossos atendentes", eis que a bateria dela acaba!!! Ela ficou possessa!!! Foi hilário!!! Desculpe, Helena, eu tinha que publicar isso!!! Mas te avisei ontem.
Bom, no mais, sem novidades. Hoje é sexta, dia de balada, espero que não tenha sono hoje para conseguir cair na night!!! Abraços a todos e bom final de semana.
enviada por Super Body
30/06/2004 11:59
Desabafo
Fala, galera!!!
Oh, falta de inspiração!!! Estou com vontade de escrever, mas não tenho nada a dizer. Então vou usar este post como um desabafo. Já aviso de antemão que estarei chato ao extremo no que escreverei hoje, portanto se quiserem ignorar, fiquem à vontade. Existem posts mais interessantes no blog todo, portanto... a escolha é de vocês!!!
Aviso dado, comecemos então.
Estou em um período de baixo astral e, na verdade, nem tenho motivos concretos para isso. Tenho um emprego que me paga bem, mas ao acordar de manhã, o primeiro pensamento que me vem à cabeça é "Meu Deus, vou ter que encarar mais um dia naquele escritório?" Minha vontade é de sumir!!! Ir para um lugar onde eu não conheça ninguém e ninguém me conheça, viver de outra maneira. Gosto do que eu faço, principalmente quando encaro desafios, mas estes parecem ser cada vez mais escassos. Gosto de pensar e ultimamente tenho trabalhado no automático, não aparece nada desafiante ou motivador para fazer.
Ontem minha mãe me viu e comentou que eu estou com a aparência cansada. Eu confirmei que estou cansado mesmo. Na verdade, eu estou com um pouco de stress e tendendo a um pouco de depressão. Nada grave e nada que eu não tenha tido antes, mas está chegando em um nível que eu próprio considero perigoso, aquele nível em que você, mesmo com sono e esgotado, não consegue dormir à noite. Estou dormindo pouco e passo o dia com os olhos queimando, secos.
Morar sozinho nunca me incomodou. Porém, ultimamente tenho tido uma sensação estranha ao me lembrar que estou deitado sozinho naquele apartamento imenso. Não é medo, nem sei definir o que é, mas é algo que aperta por dentro e também causa um pouco da insônia.
Acho que eu preciso voltar a fazer terapia, mas eu quero um terapeuta que seja duro comigo, que me faça enxergar (e sentir) a realidade em que eu vivo e não fique colocando panos quentes nas minhas atitudes, sendo condescendente comigo. Alguém que me sacuda pelos ombros e diga: "Meu, acorda!!! Deixe de ser um babaca chorão e vá à luta!!!" Acho que é isto mesmo que me falta, ir à luta!!!
Ultimamente, sinto que preciso de um namorado, mas me conheço o suficiente para saber que não vou manter qualquer relacionamento nem por um mês, talvez nem mesmo por uma semana. Já me cansei também de sair à noite, ficar com qualquer um, transar e depois, nada!!! Por outro lado, não quero ter compromisso de ligar, encontrar... Não quero compromissos!!! E sei que não dá para fazer um omelete sem quebrar os ovos, só para usar um clichê.
Estou digitando este texto em paralelo com uma conversa com a Silvinha no ICQ e escutando o álbum Crush do Bon Jovi. Raramente escuto música no trabalho, mas se eu não trouxesse CD's hoje, acho que o tempo não passaria.
Ah! Chega de escrever!!! E deixa eu publicar isto logo, antes que eu desista e apague tudo. Abraços a quem chegou ao fim deste post. Vou tentar voltar com um humor melhor no próximo.
enviada por Super Body
29/06/2004 15:53
Mais um Pouco Sobre o Fim de Semana...
Fala, galera!!!
Vou terminar de contar sobre o meu fim de semana. Na verdade, nem estou muito a fim de escrever porque ando de muito mau humor ultimamente e não gosto de colocar posts mal-humorados para os meus leitores. Não só pelas coisas que eu já narrei aqui em posts anteriores, mas existem outras coisas me estressando ultimamente e isto mexe comigo a ponto de me tirar o sono à noite. Mas, esqueçam isso, é apenas um desabafo.
Quem leu o post anterior, já sabe que tive um problema na hora do almoço. Para ficar bem entendido, deixa eu começar a história no dia anterior, sexta-feira à noite.
Minha mãe me ligou dizendo que estava na fazenda e me perguntou se eu iria para a cidade dela no final de semana. Se eu fosse, ela iria voltar no sábado à tarde para a cidade. Se eu não fosse, ela iria ficar na fazenda até o final da tarde de domingo. Respondi que provavelmente estaria muito cansado no final da tarde de sábado para ter ânimo para ir para a cidade dela, então ela podia ficar na fazenda até o final da tarde de domingo sem problemas. Ela disse que então ligaria para os amigos dela daqui de Uberlândia, chamando-os para passar o final de semana na fazenda com ela e meu pai. Ela realmente ligou e eu até fiquei sabendo que eles aceitaram o convite, porque eles ainda ligaram lá em casa na sexta à noite para tentarem me convencer a ir à fazenda também, porque eles não sabiam que eu daria aulas no sábado. Disse que não poderia ir e eles me disseram que sairiam no sábado de manhã para lá.
No sábado, quando saí para o meu pequeno intervalo para o almoço, tirei o celular (que estava em modo silencioso) de dentro da mochila e vi uma chamada não atendida. Eu estava com tanta pressa para chegar em casa (porque o tempo era curto), que planejei olhar e retornar a chamada no prazo que a minha comida estivesse esquentando no microondas (isso para vocês verem o quanto o intervalo foi realmente corrido). Quando coloquei o prato no microondas, peguei o celular e olhei o número. Levei um susto!!! Era o número do telefone da casa da minha mãe, da cidade!!! Realmente levei susto porque sabia que ela deveria estar na fazenda, pois tinha até convidados para o final de semana!!! Se ela já estava na cidade no sábado a hora do almoço, é porque algo grave tinha acontecido. Liguei imediatamente em casa e ninguém atendeu. Liguei no celular da minha mãe, ela atendeu e me contou que o casal de amigos que iria passar o final de semana na fazenda tinha se acidentado a caminho de lá e ela estava vindo para Uberlândia, pois eles estavam no hospital. Eu só sosseguei quando ela me disse que eles estavam todos bem e que estavam no hospital apenas para observação. Só então consegui dar as aulas da tarde.
É claro que, ao sair da academia, tomei um banho e, em vez de cair na cama e dormir um bom sono como tinha planejado, fui para o hospital. De lá, para a casa deles quando tiveram alta e ficamos lá até tarde. Realmente não tinha sido nada grave.
Na noite de sábado, cansado como estava, aluguei o DVD À Espera de um Milagre, pois tinha terminado de ler o livro na quinta-feira e estava louco para ver o filme. Se você gostou do filme, leia o livro, pois o livro é muitas vezes melhor do que o filme (eu SEMPRE digo isto).
Passei boa parte do domingo também na casa dos amigos dos meus pais. Levei meu primo que estava em Uberlândia (e uma porção de primos dele) ao Shopping. Nem deu para ir à Parada Gay que teve no domingo, bem que eu queria ter ido, mas depois de chegar do Shopping, não saí mais de casa, estava muito cansado.
Taí o restante do meu fim de semana. Bem chatinho, né? Espero que o próximo seja melhor. Abraços a todos.
enviada por Super Body
28/06/2004 12:20
Lançamentos - A Verdade dos Bastidores
Fala, galera!!!
Tive pouco tempo para postar de quarta para cá. Queria até postar algo sobre o final da novela Celebridade na sexta, mas o dia foi muito corrido. Mas agora já foi, todo mundo já sabe que foi a Laura que matou o Lineu e não tem mais novidades nesse assunto.
Estou de volta para contar sobre o fim de semana e os lançamentos dos novos mixes na academia.
Antes de começar a contar, devo explicar algumas coisas. A primeira é que, a academia em que eu dou aulas possui duas unidades, uma no Centro e outra no bairro Brasil. Existe uma Cláudia na unidade do bairro Brasil (chamada de Cláudia Loura) e outra no Centro (chamada, obviamente, de Cláudia Morena). A Cláudia Morena é irmã do Carlos (dono da academia). Para fazer distinção entre as duas, vou preferir utilizar Cláudia para a Cláudia Morena e Cláudia Márcia para a Cláudia Loura (porque é o nome dela). Entendidos? Essas definições são necessárias para entender todo o emaranhado que foi este lançamento. Vamos à história, então e já vou avisando, vai ficar enorme!!!
Como já tinha mencionado em um post anterior, eu tinha combinado com a Juliana de darmos o Pump das 9h no Centro juntos. Tínhamos elaborado alguns planos para deixar o lançamento muito legal, combinamos diversas coisas. Daria também o Attack das 10h junto com a Cláudia, também no Centro. Então, para mim, já estava mais do que definido que os horários seriam estes.
Na quarta, fui fazer aula de Combat e treinar no bairro Brasil, para ajudar a Cláudia Márcia e a Andressa nas coreografias, porque elas não têm computador para assistir ao vídeo. Antes de começar o Combat, conversando com a Viviane, ela me disse que daria três aulas seguidas no bairro Brasil no sábado (Pump 10h, Combat 11h e Pump 12h). Depois ainda daria outro Combat às 15h no Centro. Me propus a substituí-la no Pump das 12h, afinal o Attack no Centro acabaria às 11h e eu teria uma hora para comer algo, me recuperar e dar a aula. Também me propus a ajudar no Attack do bairro Brasil às 15h, pois teria duas horas para almoçar. Então, deixei combinado com elas e disse que não voltaria lá antes de sábado. Meus horários então ficaram assim:
9h - Body Pump - Centro - com a Juliana
10h - Body Attack - Centro - com a Cláudia
12h - Body Pump - Brasil - com a Cláudia Márcia
15h - Body Attack - Brasil - com a Cláudia Márcia e a Andressa
Para mim, estava ótimo. Tempo suficiente para recuperação, alimentação e tudo o que fosse necessário.
Na quinta, ao chegar ao Centro para dar a minha aula (que eu ainda nem contei que não é minha mais, mas conto isto em outro post), a Cláudia me disse que eu não daria mais o Pump das 9h com a Juliana, e sim às 11h com ela (Cláudia). Segue a nossa conversa (testemunhada pela Silvinha).
Cláudia: - Seu horário de sábado está aqui. Attack às 10h comigo e Pump comigo às 11h.
Super Body: - Ué, Cláudia, achei que eu estava no horário das 9h.
Cláudia: - Não deu certo. Nem a Juliana e nem a Vanessa podem dar o Pump das 11h. A Juliana tem um compromisso fora da academia e a Vanessa tem que dar o RPM nesse horário. Só sobramos nós dois.
Super Body: - Mas, Cláudia, ontem eu combinei com a Cláudia Márcia de ajudá-la no Pump das 12h no bairro Brasil. Dando a aula das 11h aqui, não chegarei a tempo lá para o início da aula.
Cláudia: - Você vai dar aula aqui no Centro. O pessoal do bairro Brasil que se vire por lá, você não tem obrigação nenhuma com eles. Amanhã você liga para a Cláudia Márcia, desmarque e diga que ela se vire por lá para redistribuir os horários. Para lá, você não vai!!!
Achei estranho a maneira como ela falou comigo. Até mesmo a Silvinha estranhou. Principalmente porque as duas unidades são do irmão dela e quanto melhores fossem os lançamentos nas duas academias, tanto melhor para a família dela. Não quis discutir porque já estávamos em cima da hora para começar a aula de Attack. Ela foi embora e não me disse quais seriam as músicas que eu daria no lançamento, ou seja, teria que me preparar para todas.
Na sexta à noite eu não iria fazer aulas, mas fui ao bairro Brasil conversar com a Cláudia Márcia, a Andressa e a Viviane. Eu estava super sem-graça porque já tinha feito compromisso com elas, mas abri o jogo e contei tudo o que a Cláudia tinha dito no dia anterior. Elas ficaram muito bravas. Inclusive a Viviane que só dá aula no bairro Brasil e iria ajudar no Combat do Centro. Decidimos que a Viviane ajudaria a Cláudia Márcia no Pump das 12h até eu chegar e eu terminaria a aula. O Attack das 15h já estava mais do que combinado, já que pelo menos neste horário não teria nenhum empecilho. Saí de lá e fui ao Centro para saber com a Cláudia (pelo menos) que músicas eu daria no dia seguinte, já que ela não tinha me falado nada. Quando ela me viu, ela nem esperou que eu perguntasse. Já foi logo dizendo:
- Não sei se vai ser preciso você me ajudar no Attack, não, eu já decorei quase tudo. Pode ser até que eu dê a aula inteira sozinha. Quanto ao Pump, o seu horário realmente é às 11h, mas quem dará aula com você é a Vanessa e não mais eu. Veja com ela que músicas você dará.
Fiquei puto da vida!!! Pensei até em nem aparecer por lá no sábado, mas imaginei que era isso mesmo que ela queria. Depois ela chegaria para o irmão dela e diria que eu não tenho nenhuma responsabilidade com os compromissos que eu assumo, por isso preferi entrar no jogo dela e ficar na minha. Agir como bom mineiro que sou, comer quietinho e pelas beiradas.
No sábado de manhã, me aprontei e fui para a academia do Centro. Nem tive ânimo de colocar a camiseta nova (do mix 45) que eu tinha comprado no WS. Fui com uma roupa do Attack, mas mais antiga e reservei a camiseta nova para a aula do bairro Brasil que seria à tarde. A Cláudia chegou e me disse:
- Só decorei o Attack até a música 8. Portanto, da 9 em diante é com você.
Desse jeito, com essas palavras. Ou seja, o bobão aqui tinha a obrigação de saber todas ao bel prazer da irmã do dono da academia. Ainda olhou para mim e me disse:
- É claro que você não vai dar aula com esta roupa, né? Eu vi você comprando a camiseta do mix 45 no WS, é com ela que você vai dar aula, não é?
Eu tinha levado a camiseta na mochila e troquei alguns minutos antes da aula começar. Preferi mais uma vez agir na humildade do que procurar encrenca. Ela deu as músicas dela, eu dei as minhas, mas a aula não saiu grande coisa. Algo pesava no ar e eu não estava nem um pouco à vontade em dividir o palco com ela. Ainda assim, a aula saiu, bem ou mal.
Depois disso, me troquei para o Pump e dei aula com a Vanessa. Ela deu as cinco primeiras e eu, as cinco últimas. Apesar de a Cláudia ter ido embora, o clima continuava pesado e minha aula passou bem longe do que eu esperava, ainda mais para um lançamento. Nunca atravessei tanto o ritmo em uma aula na minha vida!!! O pior de tudo, é que os horários foram atrasando e esta aula, que deveria acabar às 12h, acabou às 12:20h.
Acabando a aula, voei para a unidade do bairro Brasil. Sorte que os horários lá também tinham atrasado e, quando cheguei, a Viviane estava dando a música de peitoral. Chegando lá, a Cláudia Márcia disse:
- A Viviane vai dar costas, depois você dá tríceps e bíceps, eu dou afundos e ombros e você termina com abdominais e alongamento, pode ser?
Eu concordei com ela. Quando a música de peitoral acabou, a Vivi me perguntou se eu queria dar costas também. É claro que eu concordei na hora!!! Principalmente porque é a música de que eu mais gostei no mix 50 (e ela sabia disso)!!!
Meu, quando subi no palco, as coisas mudaram!!! Todo o clima pesado que parecia estar sobre os meus ombros desapareceu!!! Abri aquele sorriso que os meus alunos já conhecem, fiz algumas brincadeiras e comecei a música de costas!!! Foi o que bastou para fluir tudo de bom que eu sei passar. Esta aula foi divertidíssima e no nível que os alunos merecem, digna de um lançamento.
Ao acabar esta aula (às 13:20h), a Cláudia Márcia me disse:
- Estamos com um problema. A Andressa que dividiria o Pump das 14h comigo e o Attack das 15h com nós dois adoeceu, passou a noite tomando soro e não está em condições de vir. Você poderia me ajudar no Pump das 14h e dar a parte da Andressa no Attack das 15h?
Eu disse que claro que sim, afinal, se há problemas, temos mais é que unir as forças e fazer as coisas acontecerem como devem. Ainda mais a Cláudia Márcia, que nunca na vida teve uma única atitude ríspida comigo, sempre nos demos muito bem e nos tratamos com muito respeito. Sem contar a Andressa que me ajudou muito no processo de certificação do Attack, inclusive me emprestando horários para eu gravar minhas fitas. Só tive quarenta minutos para ir em casa, almoçar e voltar, sem sequer trocar a roupa. Ainda aconteceram alguns problemas pessoais neste intervalo (que vou contar em um próximo post para não alongar demais este) que tornaram o meu almoço mais corrido ainda. Mas às 14h estava lá, pronto para começar uma nova aula de Pump.
Também esta aula foi ótima e digna de um lançamento. Acabamos a aula, nos trocamos para começar o Attack. A Cláudia Márcia deu as quatro primeiras músicas e eu dei as oito últimas (minha parte e da Andressa). Na aula de Attack, uma grande e inesperada supresa. Quem é que me aparece lá para fazer aula? O Carlos, dono da academia em pessoa que adora o Attack.
Quando a aula começou, já estávamos exaustos, a Cláudia Márcia e eu, mas demos tudo o que tínhamos. Antes de subir ao palco, eu sentia tanto cansaço que pensei que não conseguiria chegar ao final da aula. Mas, ao assumir o comando da aula, surgiu uma energia vindo não sei de onde e conseguimos mais uma aula digna de um lançamento.
Bem, basicamente foi isto o que aconteceu. Sei que a Cláudia já sabe que eu dei aulas no bairro Brasil e vai me encher o saco hoje, mas vou ter uma conversa séria com o Carlos ainda esta semana. Precisamos definir muitas coisas que estão causando problemas e, se for o caso, eu saio de lá esta semana. Melhor do que ficar me estressando com coisas que deveriam estar, em vez disso, contribuindo para diminuir o meu stress.
Os outros detalhes do meu final de semana eu conto em outro post. Valeu pela paciência em ler tudo. Agora vocês já tem noção do que acontece nos bastidores de um lançamento e sabem que é mais do que acontece no lançamento em si. Não deixem de comentar.
enviada por Super Body
23/06/2004 15:10
Mudanças
Fala, galera!!!
Depois de reclamar sobre o Blig ontem, algumas coisas mudaram!!! Para pior, é claro!!! Então acho que isto nem é novidade!!! Não consigo mais visualizar o meu blog. Não sei se o problema é aqui, lá ou no meio do caminho. O negócio é que em qualquer Blig que eu vou entrar (não só o meu), eu sou redirecionado para a página principal do Blig. Acho que estou de castigo por ter falado mal do meu anfitrião que me hospeda (de má vontade, mas hospeda). Mas postar eu consigo... vai saber!!!
Não iria postar hoje, mas a minha amiga Helena me mandou um e-mail e eu preciso colocar aqui um trecho do mesmo. Referindo-se ao post "mal-assombrado", ela disse: "Quando disse fantasmas eu achei que era fantasma de verdade e fiquei até o fim esperando um noticia assombrada. :)". Sabe o que é melhor? É que é verdade e ela não está brincando. Ela realmente acreditou que eu tinha visto fantasmas, sabe aqueles de carne e osso? Ih, quer dizer, aqueles sem carne nem osso...
Estou treinando muito para o lançamento no sábado e, fora isso, sem novidades.
Até o próximo.
enviada por Super Body
22/06/2004 10:38
About Nothing Special
Fala, galera!!!
A cada dia que passa o Blig inventa uma nova regra para detonar aqueles que não pagam e tentar obrigá-los a gastar algum dinheiro. O irônico disto é que o Blig é o blog da IG e IG (como todos devem saber) significa Internet Grátis!!! Mas se você utilizá-lo de forma gratuita, você perde alguns regalos, a saber:
- Você não pode colocar mais de um post por dia!!!
- Você não pode alterar o HTML do seu template (modelo)!!!
- A mais nova de todas: Você não pode ter mais de três comentários por dia em cada post!!!
Estou mencionando apenas o que foi cortado da data em que o meu blog foi criado (há seis meses) e que já me foi permitido. Sem contar as regalias que eu nunca tive de poder postar via e-mail ou agendar a publicação de um post para quando fosse conveniente. É claro que, pagando uma pequena taxa mensal, tudo muda de figura e você passa a poder tudo. Não vou nem ficar me delongando neste assunto, senão meu bom humor vai para o brejo já de manhã.
Ontem a minha amiga Juliene começou a malhação. Eu fiz todas as vezes de um personal trainer com ela. Fiz a matrícula com ela, mostrei toda a academia, orientei sobre o que ela deveria fazer e ainda a obriguei a fazer um Combat e um Pump seguidos, só para começar. Nas aulas de Combat e Pump, eu fiquei lá no fundão com ela ensinando os movimentos e corrigindo. No final, eu ainda a levei em casa. Serviço completo. Espero que apesar das dores que ela deve estar sentindo hoje, ela tenha gostado.
No lançamento de sábado, vou dar o Pump com a Juliana. Combinamos ontem a maneira que dividiríamos as músicas. Eu fiquei com as pares e ela com as ímpares. Acho que levei vantagem na escolha, mas ela não queria dar agachamento e eu não queria dar afundos, então ficou definido assim. Combinamos uma estratégia legal para a aula não atrasar (por causa de tantas trocas de microfone) e para termos um contato maior com os alunos, acho que vai funcionar bem. Depois do lançamento, eu conto o plano e se os alunos gostaram. O Attack já está mais do que combinado. Divido com a Cláudia, ela sempre dá as seis primeiras e eu as seis últimas, afinal, não dá para ficar alternando.
Hoje eu não estou a fim de escrever tanto quanto ontem, então vou parar por aqui. Abraços a todos.
enviada por Super Body
21/06/2004 11:13
Fim de Semana Mal-Assombrado
Fala, galera!!!
Certas coisas me deixam chateado, mas a pior delas não aconteceu no final de semana, e sim agora de manhã. Portanto, se mais alguém se incomoda de ver o próprio nome mencionado no meu blog, aproveite a ocasião e me diga que eu faço uma vez apenas e me poupa trabalho. Não voltarei a citar nomes de quem pedir que não seja citado. É tudo o que vou dizer a este respeito e provavelmente não voltarei atrás na minha decisão.
Então, vamos lá, sobre o final de semana. Assustadoramente cheio de fantasmas.
Na sexta, as coisas correram tranquilas. Dei o Pump das 20h substituindo a Andressa, só apareceram quatro alunos. Fui de 49 mesmo, porque não quis decorar nada novo. Ademais, a Andressa não dá o 49 há pelo menos dois meses, então... Na verdade, nem eu mesmo me lembrava muito bem do 49 e acabei errando um pouco a coreografia, mas nada que os alunos notassem. De qualquer modo, esta não passou nem perto de ser a minha melhor aula e eu odeio quando isso acontece. Depois fui para casa e acabei indo dormir cedo. Para variar, cansado demais para conseguir sair à noite.
No sábado, dormi praticamente a manhã e a tarde toda. Li uma boa parte do livro À Espera de um Milagre do Stephen King que eu leio muito pouco durante a semana. Acho que as assombrações já começaram a me perseguir por aí, porque haja estômago para ler a quarta parte do livro (A Horrenda Morte de Eduard Delacroix)!!! Ainda assim, não conseguia parar de ler. É isto que eu gosto nos livros do Stephen King. Você se sente presente lá, com terror e nojo, mas quer mais e mais, não consegue parar de ler. Como não vi o filme, a leitura se torna ainda mais interessante.
Depois, saí para comer pizza em um rodízio com uma amiga. Depois de deixá-la em casa fui para a Heaven (única boate gay de Uberlândia).
Cheguei sozinho lá (como eu faço quase sempre) e fui comprar chicletes, porque tinha comido pizza com alho e, apesar de ter escovado os dentes, aquele gosto acaba persistindo na sua boca. Enquanto ainda abria a embalagem para colocar alguns na boca, o Samuel passa na minha frente. Não me viu (ou pelo menos fingiu que não), passou e voltou. Ao voltar, encontrou alguns conhecidos e os cumprimentou. Ele estava bem na minha frente, mas de costas e eu realmente acredito que ele não tenha me visto. Era a última pessoa que eu esperava encontrar lá, porque, para mim, ele deveria estar trabalhando.
A boate estava cheia em um nível quase insuportável (e em alguns momentos, realmente insuportável). Depois de encontrar o Samuel, encontrei muitos conhecidos, mas acabei preferindo ficar sozinho porque, se fosse conversar com alguém, acabaria falando sobre ele. De qualquer maneira, não queria falar com ele e sei que as pessoas de bom senso (e mesmo as mais insensatas) me mandariam ficar longe dele. Como eu me conheço suficientemente bem, um conselho desses só me faria me aproximar para conversar, portanto a opção pela solidão.
Também pensei que ficaria com qualquer um que se aproximasse, porém afastei sem pensar os três caras que me passaram uma cantada (dois dos quais eu ficaria, se fosse em outra situação). Meu estômago começou a dar sinais de vida, como se estivesse se contorcendo e virando do avesso, coisa que eu já estou mais do que acostumado quando fico nervoso. A Coca-Cola que eu tomei junto com o chiclete que eu não tirei da boca só fizeram piorar essa sensação.
Ele acabou passando por mim mais vezes e, da primeira vez que me viu, chegou até a me cumprimentar. Eu respondi com um aceno de cabeça apenas e isto serviu para mantê-lo à distância.
Vi os shows e acabei saindo de lá mais tarde do que planejei, por volta de 5:30h. Até chegar em casa, tomar banho e me preparar para dormir já eram 6:30h. Tive que levantar por volta de 11h porque meus pais vieram almoçar comigo.
Cabe aqui um parênteses a respeito da história com o Samuel. Ao acordar, no domingo, a primeira imagem que me veio à cabeça foi o rosto dele. E só então percebi que jamais teria ficado com ele na noite anterior. Ele, de certa maneira, está bem diferente do que era quando namorávamos ou de quando a História de Amor aconteceu. Na verdade, ele está horroroso com aquele cabelo. Acho que os meus sentimentos são mais os de uma história mal acabada do que sentimentos por ele.
Depois de almoçar com os meus pais, fomos à casa de um casal de amigos deles e eles foram embora no final da tarde. Como tinha jogado fora a minha noite na boate, resolvi ir à sauna.
Ao colocar os meus pés na sauna à vapor, escuto meu nome sendo chamado. Viro o rosto e vejo o Júnior (outro fantasma). O problema com o Júnior é que ele não consegue admitir que acabou (e olha que acabou em janeiro!!!) e ele acredita que ainda me provoca sexualmente e tem chances comigo. Talvez a vontade dele seja de ficar comigo mais uma vez, de maneira que quando ele me encontra, ele não larga do meu pé e nem sai de perto de mim. Enfim, com isso, minha noite de domingo também foi para o sal, pois não fiquei (e nem ficaria de novo) com o Júnior, mas ele não saía de perto para dar chance a outras pessoas. E nem adianta pedir para ele não ficar grudado, ele fica de qualquer jeito, mesmo sabendo que está atrapalhando. Nem vai embora enquanto não tem certeza de que eu tenha ido antes. Acabei dormindo pouco esta noite também e acordei hoje morrendo de sono.
Sobre o fim de semana, é isso. Sábado que vem tem lançamento dos Body's na academia, tenho que me preparar.
Abraços a todos.
enviada por Super Body
18/06/2004 11:44
Faz Parte do Meu Show
Te pego na escola e encho a tua bola
Com todo o meu amor
Te levo pra festa e testo teu sexo
Com ar de professor
Faço promessas malucas
Tão curtas quanto um sonho bom
Se eu te escondo a verdade
Baby, é pra te proteger da solidão
Faz parte do meu show
Faz parte do meu show, meu amor
Confundo as tuas coxas
Com as de outras moças
Te mostro toda a dor
Te faço um filho, te dou outra vida
Pra te mostrar quem sou
Vago na lua deserta
Das pedras do Arpoador
Digo alô ao inimigo
Encontro um amigo
No peito do meu traidor
Faz parte do meu show
Faz parte do meu show, meu amor
Invento desculpas, provoco uma briga
Digo que não estou
Vivo um clipe sem nexo
Um pierrot-retrocesso
Meio bossa nova e rock and roll
Faz parte do meu show
Faz parte do meu show, meu amor
Meu amor, meu amor
Fala, galera!!!
Ontem dei o final da aula de Attack e não resisti, coloquei esta música para fazer o alongamento. Tá certo, eu sei que não devo mudar nada na aula, mas... mantive a estrutura do alongamento, só a música é que era diferente... e como ela era mais curtinha, eu tive que voltá-la quando acabou para terminar a série. Acho que o pessoal gostou, pelo menos grande parte saiu da aula com um grande sorriso estampado no rosto.
Chegando em casa, tinha um recado da minha amiga Juliene na secretária pedindo que eu retornasse. Liguei para ela, ela vai entrar na academia a partir de segunda-feira, resolveu dar uma mudada geral no visual e pediu dicas de que aulas ela deve fazer. Infelizmente, ela ainda não pode acessar este blog, mas, um dia, quem sabe? Talvez mais breve do que eu mesmo imagine... Dei todas as dicas e até me dispus a ir com ela à academia no primeiro dia, fazer a matrícula, fazer aula junto, enfim, tudo para estimular a decisão dela.
Depois disso, fui ao Shopping comprar o presente de uma amiga. Foi aniversário dela ontem e ela fez uma reuniãozinha na casa dela. Acabei escolhendo um livro da Fernanda Young. Apesar de só ter lido alguns textos dela, acreditei que seria um bom presente. Fui para a casa da minha amiga em seguida, tinha muita gente lá, a maioria eu não conhecia, mas todos eram muito agradáveis. Algumas amigas dela, ela tinha conhecido no último final de semana e já estavam lá comemorando o aniversário dela. Foi muito legal a reunião. Depois ela tem que passar a receita (ou o telefone de quem faz) daqueles salgadinhos com presunto e mussarela que estavam divinos!!!
Como prometi, hoje vou falar sobre o mix 50 do Body Pump.
Música 01 (aquecimento), poderia ser melhor, visto que é o mix 50 e tal e a música de aquecimento geralmente é o carro chefe. Mas é uma música até chatinha... Sem novidades nos movimentos. Aliás, nunca há novidades no aquecimento mesmo.
Música 02 (agachamento), são quase seis minutos de música. O agachamento está forte e, esta sim, poderia ser o carro chefe do mix 50. Afinal, o título diz tudo: Celebration!!!
Música 03 (peitorais), é razoável. O interessante é que há movimentos começando de cima para baixo, depois movimentos de baixo para cima, depois retorna ao anterior. Isso sem interromper a atividade, gostei deste tipo de coreografia.
Música 04 (costas), para mim é a melhor música do mix. Antiga, claro, mas motivante. Quatro arremessos seguidos sem uma remada no meio, ficou show!!! Música forte, bom trabalho.
Música 05 (tríceps), eu gostei da música, mas não à primeira vista. Termina com tríceps francês, sem novidades, está relativamente forte.
Música 06 (bíceps), não sou muito fã da música, mas o trabalho está forte. Alterna duas subidas até a metade com uma completa quase a música toda, praticamente não há descanso.
Música 07 (afundos), é a música de afundos mais fraca de todos os Pumps que eu conheço. Apenas dezesseis repetições com barra para cada perna, o resto é afundos com potência com passos para frente ou para trás.
Música 08 (ombros), a grande novidade são as flexões crossover com uma mão em cima do step e a outra no chão, alternando. Muito legal!!! De resto, sem novidades. Não tem elevação frontal, o que deixa o trabalho com carga (a meu ver) um pouco mais fraco.
Música 09 (abdominais), musiquinha chata, mas o trabalho está forte como há tempos não se via nos abdominais do Pump.
Música 10 (alongamento), não gosto da música, apesar disto ser opinião contrária à maioria. Mas o que fazer se eu detesto estas musiquinhas batidas?
É isto. Para variar, o post de hoje ficou enorme. Mas é o último até segunda (no mínimo). Abraços a todos e um ótimo final de semana.
enviada por Super Body
17/06/2004 12:05
Eu Queria Ter Uma Bomba
Solidão a dois de dia
Faz calor, depois faz frio
Você diz "já foi" e eu concordo contigo
Você sai de perto, eu penso em suicídio
Mas no fundo eu não ligo
Você sempre volta com as mesmas notícias
Eu queria ter uma bomba
Um flit paralisante qualquer
Pra poder me livrar
Do prático efeito
Das tuas frases feitas
Das tuas noites perfeitas, perfeitas
Solidão a dois de dia
Faz calor, depois faz frio
Você diz "já foi" e eu concordo contigo
Você sai de perto eu penso em homicídio
Mas no fundo eu não ligo
Você sempre volta com as mesmas notícias
Eu queria ter uma bomba
Um flit paralisante qualquer
Pra poder te negar
Bem no último instante
Meu mundo que você não vê
Meu sonho que você não crê, não crê
Fala, galera!!!
Mais uma vez uma música de autoria do Cazuza. Ainda estou meio hipnotizado pelo filme, mas o cara merece. Esta é uma das músicas que não aparecem no filme, mas é uma das primeiras da carreira dele no Barão e é uma das que eu mais gosto.
Saindo da telona para a telinha, novela Celebridade. Apenas uma indignação: Como é que a Maria Clara larga um homem tudo de bom e apaixonado por ela como o "Hugostoso" para ficar com o alface do Fernando Amorim? Fala sério, na vida real quem trocaria o Henri Castelli pelo Marcos Palmeira? Tá bom, gosto é gosto, mas se o Palmeira fosse o único homem no planeta além de mim, eu viraria hetero na hora!!!
Bom, mas chega de falar disso. Vamos falar sobre Body's. O lançamento na academia que eu dou aula iria ser sábado agora (dia 19), mas foi transferido para o dia 26 ainda!!! O duro vai ser aguentar mais uma semana de 44 do Attack e 49 do Pump. Bom, vou descrever como está o Attack novo. Ele continua forte, mas está mais fraco do que o 44. Tem muitas variações também, o que o torna um pouco mais difícil de decorar.
A música 01 (aquecimento) é bem feinha e vai confundir os alunos com três deslocamentos laterais duplos alternados com dois simples... Já estou até vendo o tanto de "colisões" que vão acontecer.
A música 02 já está mais do que batida, mas os alunos vão gostar. Nenhuma novidade nos movimentos.
A música 03 é legal. A letra é esquisita. Ela é bem curtinha. Sem novidades nos movimentos, embora agora as opções começaram a fazer parte da coreografia, o que torna mais fácil para os professores.
A música 04 de flexões é animada, eu pelo menos gostei muito. Muitas flexões abertas, apenas nove flexões de tríceps.
A música 05 é a versão de uma música antiga da Laura Branigan que eu adoro (Self Control). Sem novidades nos movimentos.
A música 06 é boa e tem uma novidade. Jump unilateral sem alternar as pernas. Ao trocar o lado da sala, troca-se também a perna líder. Ficou legal.
A música 07 é show!!! Flashdance!!! Forte, principalmente no final.
A música 08 é ridícula e os movimentos de saltinhos com elevação de pernas mais ridículos do que a música. Mas a parte de agachamento sobre uma perna apenas está forte.
A música 09 é legalzinha, mas quantas variações!!! Haja neurônios para saber todas as variações nos momentos certos.
A música 10 é forte, tem quase seis minutos de duração, mas não tem saltos grupados desta vez.
A música 11 (abdominais) está com um trabalho forte, mas a música deixa a desejar.
Também não gostei do alongamento, achei a música meio chatinha.
É isto o que eu tenho a dizer hoje, vou tentar falar do Pump amanhã. Abraços a todos.
enviada por Super Body
16/06/2004 09:49
Vida, Louca Vida
Vida, louca vida
Vida breve
Já que eu não posso te levar
Quero que você me leve
Fala, galera!!!
Assisti ao filme Cazuza ontem e este post é inteiramente dedicado a esta obra de arte.
Apesar de o intuito principal deste blog não ser falar sobre cinema, é inevitável comentar o que eu tenho visto (e ultimamente eu tenho visto muita coisa). Tratando-se deste filme em especial, torna-se quase uma obrigação eu dizer o que achei.
No início (não vou mentir), eu achei que o filme estava indo rápido demais, que o ritmo estava muito louco para se conseguir acompanhar. Em tempo percebi que era exatamente esta a sensação que se quis passar, mesmo porque para entrar na história, você tem que acelerar o seu cérebro e os seus pensamentos.
No decorrer do filme, dá uma vontade incontrolável de conhecer toda a obra do Cazuza e depois você percebe que não é exatamente isto que você quer. Que conhecer a obra dele é pouco. Que o que você gostaria mesmo era de voltar ao passado e ter ido ao máximo de shows que pudesse e ter acompanhado de perto aquela trajetória toda. Ou de conseguir um jeito de entrar na tela e estar lá, fazendo parte, fumando, bebendo, se drogando e fazendo sexo junto com todos aqueles personagens. Ter as sensações, tanto as boas quanto as ruins, sentir tudo, experimentar tudo.
Se um filme consegue te passar todos estes sentimentos, então falar do elenco, fotografia, figurino, maquiagem e tudo mais que o compõe se torna supérfluo. Ou se tornaria, porque também tudo isto está perfeito no filme. Destaque para o ator Daniel de Oliveira, que às vezes faz você enxergar o rosto do próprio Cazuza na sua atuação e nas suas expressões. Bem certo que a maquiagem ajuda, mas algumas expressões bem realistas no rosto do ator não seriam conseguidas nem à custa de toneladas de maquiagem, ou seja, o mérito é dele, não há como negar.
Talvez, a pessoas que não tiveram um pouco da sua juventude situada na década de 80, ou a pessoas um pouco mais conservadoras, o filme não agrade. Mas se você é um leitor deste blog, vá por mim, você vai gostar do filme. Vale a pena ver e rever.
Chega das minhas opiniões agora. Você pode descobrir (e sentir) mais indo ao cinema e vendo o filme. Abraços a todos e até a próxima.
enviada por Super Body
15/06/2004 10:47
Depois do Feriadão
Fala, galera!!!
Depois de quase uma semana sem postar (e parece que o IBOPE do meu blog só está caindo), estou de volta.
Vou dar uma resumida do meu feriado prolongado.
Na quarta à noite fui à academia, mas não saí depois. Fui dormir e acordei bem tarde na quinta. Já deu para notar que eu durmo até tarde nos finais de semana, né? Isto é verdade. Primeiro, porque eu adoro acordar tarde. Depois, porque eu durmo muito pouco durante a semana. Costumo ir deitar quase sempre depois da 1h e me levanto por volta das 7h, então nos finais de semana eu aproveito. Mais tarde na quinta, liguei para a Alessandra, minha amiga que mora em Goiânia e veio passar o final de semana aqui. Combinei de buscá-la e decidiríamos o que iríamos fazer. Liguei para a Scheilla nos encontrar lá no Shopping. Pensamos em ir ao cinema, mas estava muito cheio. Então fomos à locadora, pegamos dois DVD's (E Sua Mãe Também e 40 Dias E 40 Noites), compramos pipoca de microondas no Carrefour e fomos para o meu apartamento assistir. Quando acabamos de ver, a Scheilla foi embora porque tinha que trabalhar no dia seguinte. A Alessandra e eu ainda fomos ao Habib's comer antes de eu deixá-la em casa.
Na sexta, acordei tarde de novo. Tomei um lanche reforçado e fui para a academia treinar os mixes novos do Attack e do Pump. Treinei o Attack das 13h às 16h e o Pump das 16h às 17h. Estava exausto e já saindo para ir para casa, quando uma amiga minha estava chegando para fazer o Combat. Ela me chamou para fazermos juntos e eu acabei cedendo, ainda fiz mais uma hora de Combat. Aí, cheguei em casa, tomei um super banho e não animei sair nem para comer. Preparei algumas coisas lá em casa mesmo, comi e fui dormir cedo.
No sábado de manhã, eu tinha combinado de ir dar uma aula de aeróbica em um evento beneficente que estava acontecendo numa praça de Uberlândia. A aula estava marcada para 11h. Levantei e fui para lá. Cheguei dez minutos antes do horário marcado e (acho que foi mais sorte que azar), assim que eu pisei na praça, a energia acabou. Esperei por quase uma hora, a energia não voltou, voltei para casa, arrumei minhas malas e fui para a casa dos meus pais. Lá eu não saí de casa, minha afilhada e a prima dela foram para lá ler revistas em quadrinhos (que eu tenho uma coleção), mas foram embora cedo.
No domingo, ficamos só minha mãe, meu pai e eu o dia inteiro até eu vir embora.
Vou abrir um parênteses aqui para falar muito mal da cidade dos meus pais. Minha amiga Helena, se você estiver lendo, sugiro que pule o próximo parágrafo.
Em primeiro lugar, a estrada para chegar àquela vila (que insistem em dizer que é cidade) está tão ruim e cheia de buracos que o que mais se vê a caminho de lá são carros parados no acostamento trocando pneus destroçados pelas más condições. Por isso mesmo, eu prefiro deixar o meu carro na garagem e ir para lá de ônibus. Só que ir de ônibus para lá também se torna um grande problema em feriados prolongados. Nâo existe sequer uma viação que parta de lá, todas vêm de algum lugar, passam por lá e vão para outro lugar. Isto implica que você não consegue comprar passagem antecipada de volta... e no final de feriados prolongados, já dá para imaginar o que acontece, né? Os ônibus já chegam cheios vindos de outras cidades e não vendem passagens para as pessoas que, como eu (desesperadamente), querem sair de lá. Será que isto é estratégia para aumentar a população da cidade? Não deixar ninguém sair? Pode ser... Bom, a sorte foi que eu encontrei por lá a minha prima que tinha ido para lá de carro, mora aqui e iria voltar no domingo à noite. Peguei uma carona com ela e consegui voltar à civilização.
Ontem, nada especial. Trabalhei o dia todo fora da empresa (aliás, hoje também). À noite, um Combat, um Pump (mix novo, ensaiando) e meio Attack.
Estou tendo algumas idéias de publicações no meu blog... talvez role... mas estou amadurecendo.
É isto, depois falo mais algumas coisas que eu quero, mas este post já está suficientemente grande. Abraços a todos.
enviada por Super Body
09/06/2004 11:30
Antes do Feriado Começar
Fala, galera!!!
Mais um post hoje, com o único objetivo de dizer que só volto na segunda. Amanhã é feriado e vou fazer uma ponte na sexta-feira. O que deixa a minha quarta-feira com cara de sexta... yes!!!
Aproveitando a deixa, fiz um teste da Revista TPM para saber se eu estava precisando de namorado. Vejam o resultado:
Sem comentários, é a minha cara!!!
Bom feriado, fim de semana e dia dos condenados (segundo a minha amiga Verônica). Até segunda.
(tive que juntar este post ao anterior porque o Blig não permite mais que um post por dia se o serviço for gratuito... eu posso com isso?)
Atualizando...
Fala, galera!!!
Finalizada a historinha Getting Stronger, vamos às atualizações.
Primeiro quero contar uma novidade. Um professor de Attack pediu demissão da academia e eu acabo de ganhar o meu primeiro horário fixo: quinta-feira às 18h. Nossa, estou rindo de orelha a orelha!!! Tá certo que é um horário apenas, mas já é um bom começo.
Resumindo os fatos de sexta para cá. Sexta não teve nada especial. Sábado à noite teve uma festa para os funcionários da academia. Galinhada, macarronada, feijão tropeiro e vinagrete. Estava tudo uma delícia. Depois de lá, queria sair mas, liguei para uma amiga minha, ela não atendeu o celular e não me retornou a ligação. Então fiquei em casa. Também estava muito frio este final de semana, nem dava muito ânimo para sair.
No domingo, fui almoçar com a minha família para comemorar a aposentadoria do meu pai. Rodízio de massas!!! Meu, comi muito!!! Ainda aproveitei a sobremesa de frutas flambadas com sorvete de creme. Mais tarde fui jogar boliche com uma turma da Kelsen. A Kelsen é uma amiga que já trabalhou comigo, mas a gente ainda mantém contato e sai de vez em quando. Depois do boliche, açaí. Acho que engordei uns 3 kg este final de semana.
Na segunda, mais uma vez, nada especial. Ontem, dei a aula de Attack da Cláudia porque ela estava com a garganta infeccionada. Ela fez a aula e, no final, me fez altos elogios. Há tempos ela não via uma aula minha, achei muito bom receber os elogios, porque ela é para mim um modelo de professora. Mais tarde, fiz a minha Quinta no Cinema (na terça, porque quinta é feriado) com uma amiga. Fomos ver Benjamin. Eu não gostei muito do roteiro e menos ainda da edição. A minha amiga adorou a fotografia, eu concordei com ela, embora eu tenha detestado a iluminação e acho que esta prejudicou um pouco a fotografia. A atuação do elenco está boa, mas uma coisa me deixou intrigado. O personagem do Danton Mello envelhece e se torna o personagem do Paulo José, enquanto o personagem do Rodolfo Bottino continua ele mesmo nas duas fases. Totalmente irreal, mas... Enfim, não é um filme que eu recomendaria. Depois do cinema, fomos ao Habib's e ficamos conversando. Ela disse que entra aqui de vez em quando, mas nunca deixou nenhum comentário. Agora, neste post, a senhorita tem obrigação de comentar, viu?
Existem alguns comentários que eu quero responder, então vou criar a seção
Super Body responde:
(Fala sério, eu estou me achando, né?)
JuWinge, tenho as listagens dos mixes de fevereiro e de maio em mensagens de histórico, basta dar uma procuradinha. Os mixes de fevereiro estão em um post de fevereiro e os de maio, em um post de abril. Mixes mais antigos vc pode encontrar em:
http://www.styrkan.se/bpmusik.htm (Body Pump)
http://www.styrkan.se/bamusik.htm (Body Attack)
http://www.styrkan.se/bcmusik.htm (Body Combat)
Visitarei seu blog assim que der.
Dayane, visite os links acima e vc conseguirá a listagem desejada.
Tá atualizado então. Comentem, por favor. Abraços a todos.
enviada por Super Body
08/06/2004 15:17
Getting Stronger - Parte XIII
Finalizando...
Como não há mal que dure para sempre, a crise na área de Informática foi aos poucos desaparecendo, novas oportunidades foram surgindo e a mesma empresa onde eu trabalhava antes me recontratou. Não vou me ater a este assunto, só digo que algumas injustiças foram corrigidas, outras não.
Mas, desta vez, fui recontratado para trabalhar em horário integral, ou seja, não poderia voltar à faculdade. Comecei, então, a aproveitar meu tempo livre para me dedicar ao estudo de Fisiologia enquanto não voltasse a frequentar as aulas.
Daí por diante, resumirei os fatos para a história acabar aqui.
- Em agosto, fiz o curso de Body Pump e passei de primeira no Mod II.
- Em outubro, comecei a dar aulas em uma academia. O dono de lá era muito cabeça-dura e não escutava nada do que a gente tinha a dizer. Saí em dezembro. A academia fechou em janeiro.
- Em dezembro, fiz o Módulo I de Combat. Fiz o Módulo II em janeiro, fui reprovado e não repeti até hoje.
- Em janeiro, gravei minhas fitas do Attack e do Pump (a fita do Attack era a segunda, a primeira tinha voltado em novembro). Em março, a fita de Attack foi aprovada. No final de maio, a fita de Pump foi aprovada.
- Até hoje não consegui voltar à faculdade. Vou transferir para uma faculdade particular onde as aulas são no período noturno, mas o curso na universidade federal continua trancado.
É claro que durante todo este tempo, eu aprendi muito como pessoa, como professor de academia, como analista de sistemas. Enfim, o que é a vida, senão uma sucessão de novos aprendizados? Fechar a cabeça é que não dá, temos que estar sempre receptivos às oportunidades de aprender e crescer. Mas os detalhes destes itens finais, tornariam a história chata, maçante e repetitiva. Então, melhor terminar por aqui. Aliás, terminar, não, porque sempre que eu tiver novidades, vou colocar aqui. Então por mais que eu coloque a palavra
FIM
sempre haverá um (continua...).
Abraços a todos e obrigado pela paciência.
enviada por Super Body
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